sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Escolha suas armas


Davi escolheu cinco pedras para enfrentar Golias, escolha as suas.
1ª Pedra – Verdade• Davi aumentou a fé de Saul quando falou do urso e do leão.
2ª Pedra – Coragem• Davi não se intimidou, com as armas do adversário.• Davi era pequeno, mas não fugiu do grande Golias.
3ª Pedra – Palavra Profética• Davi usou o poder da palavra dizendo, arrancarei sua cabeça e darei as bestas feras.
4ª Pedra – Confiança• Davi disse: Tu vens a mim com espada e com escudo, porém eu vou a ti, em nome do Senhor dos Exércitos.
5ª Pedra – Esperança• Davi disse: Saberá toda esta congregação que há Deus em Israel.
Conclusão
A circuncisão feita no macho, era a aliança do israelita com Deus, porém quando Davi faz menção de Golias ser um incircunciso, ele quis dizer, Golias não tem chance, porque não tem aliança com Deus. Hoje a circuncisão é feita no coração, como prova de aliança. Aliança fala de compromisso, se tens compromisso com Deus, Ele terá compromisso contigo, assim sendo, é só escolher suas armas. “Maior é o que está conosco, do que o que está no mundo”. (I João 4:4)

A mulher samaritana, Coca-Cola e Jesus



Por Ricardo Gondim Rodrigues


Às vezes, a gente ouve certas coisas que não aceita, mas não sabe bem o porquê. Só depois de algum tempo entende. Não foi por mera antipatia que aquela mensagem não desceu bem. Recordo-me quando ouvi pela primeira vez o paralelo entre Jesus e a Coca-Cola. O pregador, inflamado de zelo e paixão missionária, afirmava que numa viagem ao interior do Haiti, sob uma temperatura de mais de 40 graus, sentiu-se aliviado quando parou num quiosque miserável feito de palha de coqueiros e pôde comprar uma garrafa do mais famoso refrigerante do mundo. Devidamente refeito depois de beber sua Coca geladinha, perguntou ao dono da venda se já ouvira falar de Jesus. Ele não sabia de quem se tratava. E o nosso palestrante fez sua analogia, tentando dar um choque na complacência da igreja ocidental: “A Coca-Cola conseguiu alcançar o mundo inteiro em menos de um século e a igreja cristã ainda não cumpriu a ordem da Grande Comissão em mais de 20 séculos!”. Depois daquela primeira exortação, já devo ter escutado essa mesma comparação uma dúzia de vezes em diversas conferências missionárias. Verdade ou tolice? Pior. Estou certo que essas ilustrações não são meros simplismos, nascem de grandes erros teológicos (ou ideológicos?).

Coca-Cola é uma bebida inventada na Geórgia, Estados Unidos, com uma fórmula secreta. Sabe-se que sua receita original continha alguns ingredientes também encontrados na cocaína, daí o seu nome. Seus fabricantes nunca intencionaram outro propósito senão matar a sede das pessoas. A The Coca-Cola Company não convoca ninguém a rever valores do caráter, não confronta estruturas de morte, não se propõe a aliviar culpa, não revela a eternidade e nem Deus. Para chegar aos quiosques mais remotos do globo, bastou criar um produto doce e gaseificado. Investir bilhões em boas estratégias de propaganda, construir fábricas e desenvolver uma boa rede de distribuição para que o produto chegasse com a mesma qualidade nos pontos de venda. Tentar comparar a missão da igreja no anúncio do Reino de Deus às estratégias de mercado de um refrigerante, beira o absurdo. Confunde-se um bem material com uma pessoa e enxerga-se na mensagem um produto. Os missiólogos sucumbiram à lógica do mercado do novo milênio? Acreditam mesmo que cumpriremos nossa missão com os instrumentais corporativos? Tudo pode se tornar um produto?

No Brasil, o esforça-se muito para “vender” o Evangelho. Quase não se usa a mídia para proclamar os conteúdos do Evangelho. Alardeiam-se os benefícios da fé. Basta observar a enormidade de tempo gasto divulgando os horários dos cultos, a eficácia da oração, mostrando que aquela igreja é melhor e que a sua mensagem é a mais forte para resolver todos os problemas das pessoas. Aborda-se o Evangelho como um produto eficaz e adota-se uma mentalidade empresarial no seu anúncio. Prometem-se enormes possibilidades. Tratam as pessoas como clientes e sem constrangimento, anuncia-se que qualquer um pode adquirir esse determinado benefício com um esforço mínimo. As igrejas se transformam em balcões de serviços religiosos ou supermercados da fé. A tendência de oferecer cultos diferenciados e as intermináveis campanhas de milagres demonstram bem esse espírito. Como um supermercado com as gôndolas recheadas de produtos, as igrejas procuram incrementar os “serviços” ao gosto dos fregueses. Os pastores dividem os dias da semana com programações atrativas; gastam suas energias desenvolvendo estratégias que atraiam o maior número de pessoas. Sonham com auditórios lotados. Campanhas, correntes e demonstrações grotescas de exorcismos e milagres financeiros se sucedem. As pessoas, por sua vez, se achegam, seduzidos pelas promoções das prateleiras eclesiásticas.

Esse modelo induz as pessoas a adorarem a Deus por aquilo que ele dá e não por quem é. Não se anuncia o senhorio de Cristo, apenas os benefícios da fé. Os crentes acabam tratando a Bíblia como um amuleto e, supersticiosos, continuam presos ao medo. Vive-se uma religião de consumo.

Mas existe outra dimensão ainda mais sutil. Naomi Klein, jornalista canadense, publicou recentemente “Sem Logo” (Editora Record) para denunciar a tirania das marcas em um planeta obcecado pelo consumo. Ela defende a tese de que a grandes corporações do mercado global não vendem apenas os seus produtos, mas a marca. Procuram criar uma filosofia de vida embutida em seus produtos. Desejam induzir seus consumidores a acreditarem que podem viver um determinado estilo de vida, desde que comprem aquela marca específica. Assim os fumantes de Marlboro imaginam personificar o “cowboy” solitário, mesmo morando em um apartamento. Quando atletas amadores vestem as roupas ou calçam os tênis da Nike, acham que se transformam em campeões. Gente que vive presa no trânsito apinhado das grandes metrópoles, ao dirigir jipes com tração nas quatro rodas, sente-se desbravando sertões. Klein declara: “’Marcas, não produtos!’ tornou-se o grito de guerra de um renascimento do marketing liderado por uma nova estirpe de empresas que se viam como ‘agentes de significado’ em vez de fabricantes de produtos. Segundo o velho paradigma, tudo o que o marketing vendia era um produto. De acordo com o novo modelo, contudo, o produto sempre é secundário ao verdadeiro artigo. A marca e a sua venda adquirem um componente adicional que só pode ser descrito como espiritual”.

Infelizmente percebe-se o mesmo em determinados círculos cristãos. Querem fazer do Evangelho uma grife. Como? Primeiro transforma-se um seleto grupo de evangelistas, cantores e pastores em superestrelas ao estilo de Hollywood. Depois associam seu nome a grandes eventos e dão-lhes o holofote. Ensinam-lhes habilidades espirituais acima da média. Assim produzem-se ícones semelhantes aos do mundo do entretenimento. Eles aglutinam multidões, vendem qualquer coisa e criam novas modas. A indústria fonográfica enriquece, os congressos se enchem, e os novos astros do mundo “gospel” alavancam suas igrejas.

Jesus dialogou com uma mulher samaritana e ofereceu-lhe uma água viva. A mulher imaginou essa água com raciocínios concretos. Pensou que ao beber, nunca mais teria sede. Uma água dessas hoje, devidamente comercializada, seria um tesouro sem preço. “Dá-me dessa água e assim nunca mais terei que voltar aqui”. Jesus corrigiu sua linha de pensamento. A água que ele oferecia não era mágica, mas um relacionamento: filhos e filhas adorando ao Criador em espírito em verdade. Infelizmente muitos evangélicos brasileiros propagandeiam água mágica. Pretensamente matando a sede de qualquer um no estalar dos dedos.

O evangelho não é produto ou grife, volto a repetir, mas uma alvissareira notícia. Não deveria se escravizar às regras do mercado. Ricardo Mariano em sua tese de doutoramento concluiu, para a vergonha de tantas igrejas neo-pentecostais: “As concessões mágicas feitas pelas igrejas pentecostais às massas desafortunadas, por certo, não constituem tão-somente meras concessões... observa-se que a oferta pentecostal de serviços mágicos segue cada vez mais uma dinâmica empresarial, ditada pela férrea lógica do mercado religioso, que pressiona os diferentes concorrentes religiosos a acirrarem seu ativismo e a tornarem mais eficazes suas ações e estratégias evangelísticas”.

Essa mercadoria religiosa caricaturada de evangelho não representa o leito principal da tradição apostólica. A indústria que encena essa coreografia carismática de muito barulho e pouca eficácia, não conta com o aval de Deus. Há de se voltar ao anúncio doloroso do arrependimento como primeira atitude para os candidatos ao Reino. Não se pode, em nome de templos lotados, omitir a mensagem da cruz. Precisa-se repetir sem medo a mensagem de Jesus: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Marcos 8.34).

Se não voltarmos aos fundamentos do Evangelho, teremos sempre clientes religiosos, nunca seguidores de Cristo. Faremos proselitismo sem evangelizar. Aumentaremos nossa arrecadação sem denunciar pecados. Construiremos instituições humanas sem encarnação do Reino de Deus. E pior, continuaremos confundimos Jesus com Coca-Cola. No Maranhão há um refrigerante de grande sucesso com a marca Jesus. Entretanto, não se pode desejar alcançar o sucesso transformando Jesus numa soda e as igrejas em quiosques religiosos.

Que Deus tenha piedade de nós.

sábado, 12 de setembro de 2009

Crente ou Irmão em Cristo?

A palavra de Deus nos diz:"Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união".(Salmos 133:1).
Nestes ultimos dis temos visto a guerra entre Globo e Record, e o que mais tem me impressionado é que independentemente de o que é feito com o dinheiro dos dizimos e ofertas na igreja, os maiores opositores do cristianismo, são os proprios crentes, pois criticam, apontam as igrejas co-irmãs, quando na verdade deveriamos nos unir en torno de uma só bandeira,a do amor em Cristo.
certavez escutando uma determinada radio, ouvi a seguinte frase:"Sou renascer até a morte."
Num primeiro momento, não acreditei no que ouvi, pois na epoca os lideres acabara de ser presos nos Estados Unidos, mas depois de orar pude entender que, aquela irmã que disse isso,estava preocupada com os membros da igreja e não com o escandalo em si, o que iria ser dos membros, qual a reação,sera que vão voltar pro mundo, ou permanecerão firmes?
Quero dizer com tudo isso, que o crente não está preocupado com o seu semelhante, nem tão pouco com a igreja de Cristo, o crente esta preocupado com aparencia, status, e com o que os outros vão pensar;
Ja o irmão em Cristo, este está preocupado com as almas, o que ele pode fazer para que os pecadores se acheguem a Cristo, o que fazer para que os que estãodentro de nossas igrejas, tenham uma real conversão e uma genuina mudança de vida?
Então, que tipo de pessoa vc é?
Crente ou Irmão em Cristo?
Deixe sua opinião e responda:
O que vc poderia fazer para melhorar a igreja onde vc congrega?
(Contato com Pb. Alexandre:
sou.adorador.eu.faco.a.diferenca@gmail.com)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pr. Marco Feliciano - Comenta a Guerra: Globo x Record!

“Prezados internautas,Chamo internautas porque a palavra irmão foi depreciada por nós, os evangélicos. Irmãos, no meu entendimento, são pessoas da mesma família que mutuamente dão a vida um pelo o outro. Sabem a expressão “mexeu com você, mexeu comigo?”. É por ai.Não é segredo que os evangélicos já foram considerados a escória da sociedade. Os mais novos podem não lembrar, mas evangélico era sinônimo de idiota, imbecil e sem cultura. Assumir a fé em Cristo era a certeza de ser criticado.O tempo passou e as coisas mudaram.Hoje os evangélicos estão no governo, nas faculdades, nos consultórios e na mídia. Os evangélicos de escória passaram para aceitáveis, isto é, aceitáveis desde que seus pensamentos, ideologias e interesses não confrontem os de outrem. Os evangélicos cresceram e respondem por boa parte do mercado consumidor. Números recentes apontam um total de, no mínimo, 40 milhões de evangélicos; creio que é muito mais. Contudo, podemos ter 50 milhões de evangélicos, mas nunca teremos 5 milhões de irmãos.A Rede Globo, detentora de um império considerável, nos últimos dias tem atacado a Igreja Universal do Reino de Deus. Não posso considerar matéria jornalística o que vi no dia 11 de agosto de 2009 e até o momento. Fiquei com nojo quando vi a reportagem que está mais para o Projac do que para vida real.Não quero cair no mérito das brigas entre Rede Globo e Rede Record. Quero entrar em outra discussão.Lembram do caso da Igreja Renascer, onde o telhado caiu e todo mundo falou que a Igreja era irresponsável? Diversos veículos de comunicação acusando e ninguém, exceto alguns, do qual eu me incluo, prestou solidariedade e acreditou na igreja. Vocês já esqueceram do caso? Eu não.Olhem um trecho da reportagem, uma verdadeira reportagem, abaixo:“Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (27/05), o advogado Luiz Flávio Borges D'Urso, que representa a Renascer em Cristo, afirma que teve acesso ao laudo do IC (Instituto de Criminalística), entregue ontem à polícia. Segundo ele, os peritos isentam a igreja de responsabilidade pelo desabamento da sede em janeiro. O acidente causou nove mortes e deixou mais de cem feridos no Cambuci, zona sul de São Paulo”.Fonte: IgospelNos últimos anos o líder da Igreja Pentecostal Deus é Amor foi acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Você esqueceu? Eu não.Para quem não sabe, ou não quer lembrar, informo que parte dos inquéritos foi arquivada e, nos que viraram processos, o missionário David Miranda foi absolvido. Isso ninguém falou? Que coisa, não?Em 2007, o Pr. Silas Malafaia foi acusado de homofobia e discriminação por várias entidades, especialmente a ABGLT. Você lembra?Para concluir, o resultado foi o mesmo dos casos acima e, para minha felicidade, ele contou com apoio de diversas lideranças evangélicas.O que me causou repúdio, e agora é para os que se dizem irmãos, é a inércia da nossa classe, os evangélicos. Vejo as pessoas falando mal de líderes, igrejas, costumes, doutrinas, etc. Onde estão os irmãos na hora da acusação? Onde estão os que juraram amor à obra?Você pode não ter simpatia pelo pastor Marco Feliciano, Pr. Silas Malafia, Bp. Edir Macedo, Ap. Estevam, Bp. Sônia Hernandes e o missionário David Miranda. Porém, você não pode acreditar em tudo o que vê ou lê; é preciso apurar todos os fatos.A briga entre Globo e Record é nossa? SIM, pois respinga nos evangélicos.Vai dizer que sua igreja não tem a prática do dízimo, libertação e cura? Quer me fazer acreditar que em sua igreja ninguém nunca saiu falando mal dela e de suas práticas?Não defendo a Record como empresa, mas a IURD como igreja. Como defendi os nomes e casos que citei acima. Se estivessem errados, eu seria o primeiro a falar; não estavam. É véspera de ano eleitoral, a Record chegou a cravar 10 pontos na segunda colocada, cresce acima da média e, convenhamos, isso não agrada ninguém.O Pr. Silas Malafaia tem um dos melhores programas evangélicos do país, as obras da Igreja Renascer dispensam comentários e o David Miranda é exemplo para nós.Toda vez que um evangélico é indiciado respinga em nós. Chega! Acabou a farra!Se você tem algum veículo de comunicação (site, blog, twitter, etc) use-o neste momento. Defenda sua fé!Quero registrar minha solidariedade e fé para com a Igreja Universal do Reino de Deus, especialmente ao seu líder, Bispo Edir Macedo. Podemos divergir em vários assuntos doutrinários, mas o que uni os evangélicos como um todo é muito maior; Jesus Cristo. Assim como a Rede Record faço a seguinte pergunta. Como a Rede Globo teve acesso ao processo que corre em segredo de justiça?Dia 06 de setembro está chegando. Teremos um programa especial e este assunto veio somente ratificar em meu coração o que devemos fazer.Enquanto isso ore por nós. Ore pela igreja brasileira e para que o evangelho de Cristo não seja prejudicado ou alvo de calúnias. Defenda a sua fé e honre o nome cristão que você leva junto com você.Um forte abraço,Pr. Marco Feliciano, DD”.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Adorador - Nani Azevedo

Este é o hino tema do Pré-Congresso!
Adorador por Excelência
Quero dar o melhor de mim
Quero oferecer sacrifício de louvor
Quero ser bem mais do que já sou
Um adorador por excelência me tornar
Eu não vou me importar
com o que vai acontecer
Eu só quero Te exaltar
Tu és a razão do meu viver
Eu não posso me calar
tenho adoração em meu DNA
um adorador por excelência
um adorador por excelência
um adorador por excelência
quero ser...

Como identificar um adorador



É importante ressaltar que desde a concepção de Cristo até a sua crucificação o fator que levou homens a prostrar-se humildemente diante dele e a adorá-lo não foi a mera visão de Jesus , mas foi uma revelação sobrenatural.
Adoração é sempre uma reação espontânea a uma revelação. É bem provável que centenas de pessoas, talvez até milhares tenham ouvido falar do nascimento de Jesus, mas somente aqueles que receberam uma revelação sobrenatural do acontecido o adoraram . Assim que recebemos a revelação de quem Jesus é, somos levados a adorá-lo, pois a revelação acha-se estreitamente ligada a adoração.
Não basta existir o objeto da adoração; é necessário também motivação . E essa motivação brota quando enxergamos Jesus com os olhos de nosso entendimento espiritual. Conhecer Jesus é amá-lo, e amar Jesus é adorar a Deus. Se ouvirmos o que Deus esta nos dizendo, e tivermos uma reação de obediência ,também conheceremos uma inusitada felicidade que nos inspirará a comunicar essa nova aonde quer que formos. Então descobriremos que não precisamos dos aparatos religiosos para praticarmos a verdadeira adoração. Sem essa restauração redentora é muito difícil adorar . Quem se acha prisioneiro da lei não adora; geme. Quem é escravo de um sistema religioso não louva a Deus; dirige-lhe petições . Mas o filho de Deus que já foi restaurado, deleita-se com Suas promessas, regozija-se com Sua pessoa e, diante de Sua presença adora-o.
A razão por que não percebemos a presença de Deus , na maior parte das vezes, é que ela não se manifesta da forma como achamos que ela deveria se manifestar, mas Deus está presente tanto na luz quanto nas trevas, tanto no prazer , como na dor. Embora seja fato que Ele está em toda parte , é verdade também que raramente o reconhecemos, percebemos e nos deleitamos em Sua presença. É que a maioria dos crentes se acha cega a essa realidade.
Atos 16 : 25 e 26 diz que perto da meia-noite dois servos de Deus receberam a revelação de quem era Jesus e o que Ele podia fazer, então começaram a adorar. Eles entendiam que se reclamassem sua prova prorrogaria, porém quando eles começaram a adorar, os cárceres todos começaram a estremecer pois não há inferno, nem cadeia, nem grilhão que Deus não quebra através da adoração, adoração além de ser um enorme veiculo para tocarmos o coração de Deus, é uma poderosa arma contra satanás pois quem adora prova para satanás que ele está errado em pensar que Deus nunca terá Sua criação O adorando .
Características de um adorador :João 4:22 a 24 – CONHECE A DEUS:Uma das maiores características de um adorador é que ele conhece o seu Deus. Em Lucas 11:1;2 Jesus dá a sua primeira lição sobre comunhão pessoal com Deus, que aliás é a essência da adoração.É importante observar que esse ensinamento inicial de Jesus focaliza o relacionamento do adorador com aquele a quem adora.“Dizei: Pai”; a adoração não é o ato de um súdito que se prostra diante de seu rei; é mais que isso. Também não é a atitude de um escravo que submissamente recebe ordens do seu senhor, vai muito além disso. A adoração é o relacionamento amoroso entre um filho com seu pai.
Outra característica de um adorador é ele ADORAR EM ESPÍRITO E EM VERDADE (João 4:23,24)Adorar em Espírito é adorar pela motivação da revelação de quem é de Deus; é alcançar o coração de Deus ao ponto D´Ele revelar Seu poder e Sua glória, ao ponto da nossa adoração tocar o sobrenatural de Deus (At. 16:25,26) quando adoramos em Espírito, alinhamos o nosso espírito ao Espírito de Deus , então tocamos o sobrenatural (II Crônicas 20:22)
Adorar em verdade é adorar firmado e fortalecido na PALAVRA que é a VERDADE (João 14:21) ter os mandamentos não apenas guardados na cabeça mas praticando-os (MT 7:24 a 27), ou seja; um ADORADOR cumpre tudo aquilo o que a palavra diz.
Uma outra característica na vida de um ADORADOR são os seus frutos (Mat.12:33)Não adianta cantar e tocar bem, não adianta chorar ou falar em línguas estranhas, uma das características de uma ADORADOR, são os frutos do Espírito.
FRUTOS DO ESPÍRITO: Gl. 5:22.Mas a principal característica de um adorador é a sua relação de extrema intimidade com Deus, buscando conhecer e arrebatar o coração dEle, refletindo em sua vida pública a intimidade que adquiriu em sua intimidade com Deus.
Mas não perca tempo caçando adoradores, porque esse é o papel de Deus, apenas procure intensificar sua busca pela presença de Deus, assim Deus intensificará sua manifestação a você. E lembre-se: o Pai não está em busca de adoração, mas de ADORADORES. Que Ele ache em ti nesse dia um adorador extremo.
22.Julho.2008 in Devocional, Mensagens de poder, Pr. Uagner

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